Histórias de superação marcam graduação do projeto de karatê da Ainda

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O exame de graduação para passagem de faixa foi coordenado pelo professor e orientador do projeto Sensei Alexandre Albino (Técnico da Seleção Paulista FKP e Técnico da Seleção Brasileira FBK) e acompanhado pelo professor do projeto Murilo Spolador. “Saio daqui com uma lição de vida, estou emocionado com o que vivi hoje”, disse o sensei.
A cadeirante Maria de Lourdes Maciel não imaginava que aos 77 anos seria graduada no karatê, mas hoje pela manhã ela viveu uma experiência única e inesquecível. Junto com outros amigos que fazem parte do projeto “Karatê: uma luta pela inclusão”, da AINDA (Associação Integrada de Deficientes e Amigos), ela participou do exame com algumas apresentações de golpes de karatê e conquistou a tão sonhada faixa amarela.
Para Maria, as aulas ajudaram na melhora dos movimentos e na integração com os colegas. “A AINDA foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Estou amando fazer esse esporte e muito feliz com a minha faixa nova”, afirmou.
José Alexandre Teixeira, 37 anos, estava ansioso pela passagem da faixa e atento aos movimentos do professor. Ele também é cadeirante e disse que o esporte mudou a vida dele. “O karatê tem alguns princípios que vamos levar para a vida toda. Precisamos de disciplina, autocontrole e foco”, explicou.
O exame de graduação para passagem de faixa foi coordenado pelo professor e orientador do projeto Sensei Alexandre Albino (Técnico da Seleção Paulista FKP e Técnico da Seleção Brasileira FBK) e acompanhado pelo professor do projeto Murilo Spolador. “Saio daqui com uma lição de vida, estou emocionado com o que vivi hoje”, disse o sensei.
O projeto “Karatê:  uma luta pela inclusão” é pioneiro em Limeira e tem como principal objetivo promover a disciplina e o desenvolvimento biopsicossocial das crianças e dos adolescentes. As aulas aconteceram duas vezes por semana e promovem a inclusão entre participantes com e sem deficiência por meio de vivências do karatê adaptado.
O projeto foi financiado pelo CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente” e beneficiou também os alunos da escola Lazaro Duarte do Pateo.

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